E à segunda deve ser de vez...
A direcção da revista publicou on line o seguinte comunicado:
"A Joeli Publishing tomou a difícil decisão de suspender a revista Com’Out.
Analisados os números publicados e apesar da qualidade reconhecida e apreciada pelo mercado, o quantitativo de leitores e anunciantes revelam-se insuficientes para a viabilidade do projecto.
Enviamos o nosso sincero e profundo agradecimento por terem acreditado no projecto da Com’Out."
Todos gostavam, mas ninguém comprava...
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Com'Out `de novo nas bancas
A revista Com'Out, vocacionada para o público GLBT e que infelizmente tinha saído de circulação há uns meses atrás vai estar novamente nas bancas um pouco por todo o país.
O lançamento será no dia 6 de Agosto na Discoteca Maria Lisboa.
Com´Out está de volta
Onde comprar a Com'Out em Albufeira

Para quem tem dificuldades em encontrar a revista Com'Out à venda como eu senti em Albufeira e um pouco por todo o Algarve, aqui deixo a lista onde a encontrar nos quiosques aqui na nossa cidade.
Pode encontrar a Com’Out em Albufeira, nos seguintes pontos de venda:
::INATEL-CENTRO FERIAS ALBUFEIRA-AV. INFANTE D HENRIQUE, ALBUFEIRA
::ANTONIO SANTOS LABISA,LDA-R. JOAQUIM M DE MENDONCA GOUVEIA, ALBUFEIRA
::O CELEIRO-MARIA ODETE CARMO MATEUS-CP ALBUFEIRA, ALBUFEIRA-GARE
::PAP LIV CERRO LDA-R. TENIS 25-APART 2289 CERRO ALAGOA, ALBUFEIRA
::MARIA LURDES RODRIGUES F PIRES-QUIOSQUE MERCADO DOS CALICOS
::ANTONIO FRANCISCO DOS SANTOS-AV. LIBERDADE 121 (PAST KAMBU), ALBUFEIRA
::BARRETO E FILHOS LDA- SITIO DOS PATROVAS (SUPER.OCEANO), ALBUFEIRA
::TABACARIA BLA BLA BLA, LDA-AL. DO CONVENTO, LJ 28 (MARINA DE ALBUFEIRA)
::CREMILDE SANTOS TAB UNIPESSOAL, LDA-C COMERCIAL MODELO LJ 25,
::ESCOLHA LEVE, LDA-PARQUE CAMPISMO DE ALBUFEIRA
::H.I. HOTELARIA E IMOBILIARIA SA-R. BARTOLOMEU DIAS (HOTEL ALMAR)
::FERNANDA LUISA GUERREIRO M PINTO-AV. DA LIBERDADE, ALBUFEIRA
Pode encontrar a Com’Out em Albufeira, nos seguintes pontos de venda:
::INATEL-CENTRO FERIAS ALBUFEIRA-AV. INFANTE D HENRIQUE, ALBUFEIRA
::ANTONIO SANTOS LABISA,LDA-R. JOAQUIM M DE MENDONCA GOUVEIA, ALBUFEIRA
::O CELEIRO-MARIA ODETE CARMO MATEUS-CP ALBUFEIRA, ALBUFEIRA-GARE
::PAP LIV CERRO LDA-R. TENIS 25-APART 2289 CERRO ALAGOA, ALBUFEIRA
::MARIA LURDES RODRIGUES F PIRES-QUIOSQUE MERCADO DOS CALICOS
::ANTONIO FRANCISCO DOS SANTOS-AV. LIBERDADE 121 (PAST KAMBU), ALBUFEIRA
::BARRETO E FILHOS LDA- SITIO DOS PATROVAS (SUPER.OCEANO), ALBUFEIRA
::TABACARIA BLA BLA BLA, LDA-AL. DO CONVENTO, LJ 28 (MARINA DE ALBUFEIRA)
::CREMILDE SANTOS TAB UNIPESSOAL, LDA-C COMERCIAL MODELO LJ 25,
::ESCOLHA LEVE, LDA-PARQUE CAMPISMO DE ALBUFEIRA
::H.I. HOTELARIA E IMOBILIARIA SA-R. BARTOLOMEU DIAS (HOTEL ALMAR)
::FERNANDA LUISA GUERREIRO M PINTO-AV. DA LIBERDADE, ALBUFEIRA
Com'Out nº7 :: Janeiro
Editorial :: Chegou o ano mais temido das últimas décadas. Mesmo os principais agentes do palco político, que tantos malabarismos fazem para esconder a realidade, já avisaram: preparem--se, este vai ser um ano complicado. Já cada um de nós sentiu o impacto da recessão, mas não foi assim que nos habituámos sempre a viver? Todos os anos se ouve a palavra crise colada a qualquer contexto. .
Mas o papão desta vez vem com um lifting e preparado para durar…
A crise económica existe, de facto. Mas devia assustar tanto como a crise que existe nos valores. Numa sociedade em que mais facilmente se aceitam imagens de violência do que um acto de carinho entre duas pessoas do mesmo sexo, algo vai mal. O caso recente passado em Itália é sintomático. As cenas dos beijos entre os dois cowboys de Brokeback Mountain foram esquartejadas, quando o filme passou na televisão pública.
A crise económica existe, de facto. Mas devia assustar tanto como a crise que existe nos valores. Numa sociedade em que mais facilmente se aceitam imagens de violência do que um acto de carinho entre duas pessoas do mesmo sexo, algo vai mal. O caso recente passado em Itália é sintomático. As cenas dos beijos entre os dois cowboys de Brokeback Mountain foram esquartejadas, quando o filme passou na televisão pública.
Em Portugal, por exemplo, numa altura em que o casamento homossexual era um dos temas incontornáveis, o Prós e Contras, espaço de debate semanal na RTP1, pura e simplesmente, ignorou o tema. Segundo a apresentadora havia temas mais urgentes para discutir
na sociedade portuguesa. Ora aqui está uma boa explicação para aquilo que se aproxima em ano de eleições… e de crise.
Para quê discutir temas ditos fracturantes, quando o País tem a obrigação de se unir para ultrapassar tempos difíceis? Matérias como esta vão continuar a ser inferiorizadas porque não se encontram nos altos desígnios da Nação. E assim, de crise em crise, os nossos políticos vão aproveitando e fugindo aos temas que os atemorizam. Ignorando que ao adiarem estas questões estão a contribuir para uma sociedade menos justa, igualitária e feliz. E em permanente crise.
O site da Com’Out já se encontra operacional. Agora já pode ver a capa de cada mês em primeira mão, ver alguns dos temas principais, deixar o seu comentário, pedir números atrasados, assinar a nossa publicação, deixar o seu classificado grátis, saber quais os pontos de venda… enfim, veja por si própri@ em www.com-out.pt
A partir do próximo número inauguramos uma nova secção, mais dirigida ao leitor. Pretendemos relatar casos de gente de coragem que dá a cara, relata as suas vivências e dá o exemplo não só à comunidade LGBT, bem como a toda sociedade. Se estiver interessad@ em participar basta enviar um email para redaccao@com-out.pt.
Com'Out nº6
Agora com o site na internet mais completo, a revista LGBT portuguesa Com Out lançou já para as bancas a sua 6ª capa.A revista que não deixa de surpreender pelo seu design gráfico, pelo conteúdo e principalmente pela coragem de ter aparecido. Para ler e reler.
Com'Out nº4
Sónia Tavares (The Gift) faz a capa da edição de Outubro da revista gay portuguesa Com`Out, vestida de Joker.
A cantora revela que no início de carreira, devido à sua voz encorpada, as pessoas ficavam na dúvida se era um homem ou uma mulher.
A cantora revela que no início de carreira, devido à sua voz encorpada, as pessoas ficavam na dúvida se era um homem ou uma mulher.
O actor Ruy de Carvalho também é entrevistado pela revista devido ao papel gay que desempenha no filme «Second Life».
Lê aqui o Editorial da revista.
Com'Out nº3
Só por causa do Editorial do nº3 da revista GLBT portuguesa Com'Out, já me fez pensar seriamente em assinar esta publicação.Parabéns pela coragem de terem denunciado essa reação homofóbica dessa figura pública "esqueleto de armário" que além de se nos ter envergonhado a todos, só mostra a hipócrisía que ainda reina neste meio.
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Tristes Figuras
"Um nome bem conhecido da nossa praça, com provas dadas na sua profissão e com uma reputação acima de qualquer suspeita reagiu da seguinte forma a um telefonema feito pela redacção da Com’Out: “Não presto qualquer declaração e aviso-os que esta conversa está a ser gravada. Se publicarem nem que seja uma palavra minha serão processados”.
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Assim, sem mais.E que pergunta lhe fizemos?Nenhuma.Bastou dizer que éramos uma revista dirigida à comunidade LGBT. Quatro letrinhas apenas que provocaram uma reacção desconcertante para a qual não temos explicação.Era obrigado a falar connosco? Claro que não.Mas para isso existem formas mais polidas de recusa.
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Até porque nem sequer se dignou a ouvir a questão (que, já agora, era tão simplesmente: concorda que o casamento tem como objectivo a procriação?)Esqueletos no armário? Talvez. Mas não é por aí que queremos ir. Não nos interessa a vida privada de ninguém. Só se expõe quem quer e toda a gente tem direito a viver a sua vida sem ter de explicar nada aos outros.
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Nunca iremos perguntar a alguém se é lésbica ou gay, até porque num país civilizado essas questões não se colocam. Se achamos que as figuras públicas têm o dever de se assumir?Cada um sabe de si. Acreditamos que se houvesse um coming out geral não seriam suficientes todas as páginas dos jornais e revistas portuguesas para publicarem os nomes.
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O que provoca uma certa indignação é muitas dessas ditas figuras se exibirem na praça pública inventando namoros, fabricando mentiras a troco da aceitação da sociedade. Em Portugal ainda se continua a pagar um preço muito alto pela saída do armário. E muitos concluem que mais vale continuar a ser sócio do clube dos hipócritas, do que ser excluído do circo, onde estão condenados a desempenhar eternamente o mesmo papel..."
Com'Out, li e gostei
A revista portuguesa de temática gay Com'Out já anda nas bocas de toda a gente e as primeiras 2 edições parecem terem tido uma boa recepção junto do público GLBT.
Já li e gostei imenso não só do grafismo da revista como do seu conteúdo. Fiquemos à espera que o site fique completo o mais rápido possivel para que a divulgação da revista junto da comunidade seja mais eficaz.
Parabêns!
Com'Out nº2
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Chueca, dez anos atrás. O bairro madrileno não passava de um pardieiro, interdito a quem prezava pela sua segurança. Situado no coração da capital espanhola, começou a ganhar vida à medida que a comunidade LGBT ia mudando com armas e bagagens. Abriram lojas, cafés, bares e a zona revitalizou-se em poucos anos. Hoje, é um dos locais mais estimulantes da cidade, onde praticamente todos os madrilenos – e não só – se sentem à vontade. E assim renasceu das cinzas um bairro inteiro.
A indústria relacionada com o segmento LGBT em Espanha movimenta muitos milhões por ano. Simplesmente porque o mercado começou a perceber que o dinheiro vindo da comunidade tinha o mesmo valor do que o da “outra” comunidade. Os pruridos e os preconceitos desapareceram. Um grupo economicamente forte é sinónimo de voz forte. E o que os anos de manifestações não fizeram, fez a economia. O poder político vergou-se. E agora não há partido que não tenha o chamado candidato G.
Tudo isto para chegar aonde? Mesmo aqui ao cantinho da Península Ibérica: nós. É inacreditável o atraso de certas mentes lusas. Não é fácil ouvir das empresas que obtêm grande parte dos seus lucros à custa da população LGBT a frase: “Lamentamos, mas a nossa política é não nos associarmos a revistas destinadas a gays e lésbicas”. Para não ficarem “conotados”. Como se um produto ou serviço que interessa a toda a sociedade perdesse o seu valor simplesmente por ser publicado num órgão de informação LGBT. Moral da história: Gostamos muito do vosso dinheiro, mas de vocês nem por isso. Bonito, não acham?
Vai já sendo altura de estes espíritos abrirem bem a pestana e olharem para o vizinho, onde por exemplo nesta gay pride não houve marca que não quisesse associar-se à parada. Sob o risco de qualquer dia ouvirem a frase: “It’s the economy, stupid”.
Igualdade. Atitude. Tolerância
É assim que a mais recente publicação nacional direccionada para o público GLBT, Com'Out se apresenta ao mercado:"É a sexualidade que nos define enquanto seres humanos? Que nos determina o carácter, a forma de estar e o modo como nos relacionamos com os outros?
A simples tolerância sobre a diferente orientação sexual parece, infelizmente, ainda não estar ao alcance da maioria dos portugueses.
A simples tolerância sobre a diferente orientação sexual parece, infelizmente, ainda não estar ao alcance da maioria dos portugueses.
Neste momento encontramo-nos no limbo: entre países influenciados pelas doutrinas de Martinho Lutero, onde há muito que a tolerância e consequente igualdade são uma realidade, e as situações aberrantes de primitivismo homofóbico em alguns países Africanos e do Médio Oriente.
O reconhecimento pelas inúmeras dificuldades ultrapassadas no início dos projectos editoriais em alguns países, como Miguel Ángel López na revista Zero em Espanha, Pierre Bergé na revista francesa Têtu, assim como da norte-americana The Advocate, inspiraram e desafiaram muitos editores a abraçarem os projectos das ilustres revistas que hoje marcam presença nos mais variados mercados.
Este ano em Portugal, várias revistas e jornais nacionais, abordaram como nunca antes, e de forma perfeitamente natural, temas relacionados com a comunidade LGBT.
Cremos que chegou, pois, o momento de Portugal ter nas bancas uma revista assumidamente direccionada à comunidade LGBT e simpatizantes, que humildemente contribua para a crescente tolerância e banalização de diferenças, mostrando que são pessoas com vidas normais que apenas querem viver felizes e serenas, em harmonia com todos, usufruindo dos mesmos direitos e cumprindo os deveres das sociedades modernas.
Parafraseando o primeiro-ministro espanhol José Luis Zapatero, “uma sociedade decente é aquela que não humilha os seus membros”.
Enviamos um sincero e profundo agradecimento e dedicamos este primeiro número da revista Com’OUT a todos os que, a nível nacional e internacional, desde o primeiro
momento, se disponibilizaram e nos deram o seu apoio e contributo.
Certos do longo caminho que temos para percorrer, o leitor pode contar com a nossa determinação, capacidade de trabalho e vontade de lhe proporcionar mensalmente a melhor revista possível. E é claro que contamos consigo para esta missão.
Votos de boa leitura e até breve!"
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